nov 13, 2018

Durante a primeira edição do “Integra Brasil Digital”, realizada pela a Associação Nacional de Autoridades de Certificação Digital (ANCert), e apoiada pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), grandes autoridades participaram da entrevista Integra Brasil Digital, dentre elas os diretores da ITI. Diretor-presidente do ITI, Gastão Ramos e o diretor de Auditoria, Fiscalização e Normalização do ITI, Rafaelo Abritta.

Ramos e Abritta, relataram sobre a experiência de ter participando na bancada do evento, e sobre o panorama geral da área. Confira trechos dela abaixo na íntegra.

ENTREVISTA – GASTÃO RAMOS

Equipe Integra Brasil Digital:
O que você achou sobre o evento, e sobre a iniciativa da ANCert. Você acha que a interação entra as entidades associativas e o ITI é positiva para o mercado?

Gastão Ramo – diretor-presidente do ITI:
Acho que a iniciativa é fantástica, por isso estamos aqui, e quantas vezes a ANCert nos convidar estaremos presentes para debater, porque na verdade esse não é um julgo de um lado só, isso nós temos que trabalhar em equipe, em conjunto. Esse conjunto entre o ITI e as associações, a ANCert é uma delas, nós temos o maior prazer em incentivar e estar junto a eles.

Equipe Integra Brasil Digital:
Estamos acompanhando o ITI, ele está sendo bem movimentado, estão abrindo novas ARs ITs, o dia a dia de vocês está sendo bem turbulento. Como está sendo essa nova fase de 2018 para você?

Gastão Ramo – diretor-presidente do ITI:
2018 é a continuação de um trabalho que começo em maio de 2017, mas não quer dizer que seja consolidação, pelo contrário. Temos novos desafios e com essas vitórias que conseguimos em 2017, e mais os desafios que nós temos, aí sim nós podemos dizer que vamos fechar o ano com uma ICP Brasil forte e segura e o ITI no lugar que ele nunca deveria ter saído.

ENTREVISTA – RAFAELO ABRITTA

Equipe Integra Brasil Digital:
Estamos presenciando uma mobilização do mercado em realizações as fiscalizações. Você acha que essas mobilizações, e essas fiscalizações são positivas para esse novo mercado que vocês falaram?

Rafaelo Abritta – diretor de Auditoria, Fiscalização e Normalização do ITI:
Sim, como eu mencionei na palestra, a ICP teve muito tempo adormecida, então as medidas que nós estamos implementando é para possibilitar uma próxima fase do ITC, pelo menos no aspecto da auditoria e da fiscalização. Sair de uma reatividade e passar a te uma proatividade.

Todas as medidas que estamos implementando, elas buscam permitir para que nós quando saímos a campo, efetivamente realizamos uma fiscalização e uma auditoria qualitativa, e não meramente formal, porque hoje nós realizamos muitas ações a distância. Nós recebemos as auditorias realizadas pelos agentes auditores credenciados perante ITI, só que nós realizamos com base nas percepções de terceiros, à medida que estamos implementados, a partir do segundo semestre, iremos realizar uma fiscalização personalizada/pessoal, indo efetivamente a equipe do ITI nas unidades integrantes para dar efetividade aos nosso normativos.

Equipe Integra Brasil Digital:
Com essas novas resoluções, quais são as perspectivas do ITI. Você acha que vai ter uma melhora grande nessa mobilização do mercado?

Rafaelo Abritta – diretor de Auditoria, Fiscalização e Normalização do ITI:
Como eu mostrei, os números já nos indicam que houve um primeiro momento de adequação da estrutura aos novos normativos.

Nós tínhamos muitas estruturas que o ITI oficialmente não conseguia enxergar, porque elas não estavam habilitadas, não estavam credenciadas perante o ITI. Com essas medidas que foram dotadas o ITI passou a enxergar, efetivamente, todo o ecossistema da infraestrutura da ICP Brasil.

Um número significativo, que temos atualmente, são 3.600 instalações técnicas segundarias devidamente credenciadas perante o ITI. Nós tínhamos em 2017, 2.020 instalações técnicas que hoje já consideramos como instalações técnicas primarias, esse número reduziu para 500, entretanto, como eu mencionei, nós passamos a ter 3.600 ITs até a presente data. Significa que se nós excluíssemos as 500 ITs que se transformaram em ITEs nós temos uma rastreabilidade que nós não tínhamos de 3.100 instalações que estavam ocupas para o ITI. É significativo, entendermos que foram os primeiros passos que foram dados, mas que muitos outros serão dados.

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