nov 13, 2018

O segmento da certificação digital, que numa primeira onda ficou atrelado ao cumprimento de obrigações com o governo, se prepara agora para uma nova fase, de grande expansão.

Vivemos num mundo movido pela novidade das tecnologias e o certificado digital, que é a identidade digital de pessoas jurídicas, é também, cada vez mais, das pessoas físicas.

Há tempos entendemos que é muito interessante o caminho da assinatura digital e do uso do certificado por parte das empresas, não só para cumprir essas obrigações, mas para uso em diversas tarefas do dia a dia.

A partir da utilização da assinatura digital que o certificado digital permite, é possível implantar uma nova cultura empresarial.

Desde o controle de acesso na entrada da empresa à manipulação de estoques, relacionamento com fornecedores e clientes, tudo pode ser feito de forma segura e sem o uso de documentos físicos.

Planejamento, gestão financeira, contratos. De um complicado plano estratégico ao simples envio de um email, tudo pode passar a ser regulado pela certificação digital, com rastreamento do autor ou autores das ações.

Novo patamar

A convergência do mundo real com o digital é inevitável. Nos últimos quinze anos o setor emitiu em torno de 10 milhões de certificados digitais válidos.

Agora, estamos prontos para entrar em um novo patamar, sair das aplicações públicas e entrar em novas fronteiras, ajudando as empresas e as pessoas físicas, e não só os contadores, a dar uma conotação positiva a esta ferramenta.

Nesse sentido, a ampliação do uso do smartphone fomenta um choque cotidiano na maneira de fazer as coisas e os negócios.

Um bom exemplo nesse sentido se deu no Poder Judiciário. No início da certificação digital, há mais de uma década, era preciso explicar muito como funcionava o sistema.

Hoje, é inconcebível que um juiz, promotor ou advogado ignore a forma de atuar no meio virtual.

Outro segmento que tem crescido nesse sentido é o voltado aos profissionais da saúde. Com a adoção dos prontuários eletrônicos, que permitem acompanhar todo o histórico do paciente, tratamentos e medicações.

Todos estão atuando de forma mais segura, rápida e prática.

Um ponto destacado se dá a partir de novembro, quando o eSocial será exigido a um rol de milhões de empresas.

Por que não aproveitar o momento e ampliar o uso, implantar uma ferramenta que permite reduzir custos e, o que é melhor, atuar em níveis de segurança altíssimos, que só a certificação digital permite?

Olhar para o futuro

Na primeira fase, a certificação digital tornou os sistemas menos sujeitos às fraudes, facilitou envio de relatórios, o pagamento de tributos, entre outras coisas. Aos poucos, novas funções estão sendo agregadas.

O controle que pode ser implantado com a ajuda do certificado digital:

  • permite eliminar gargalos e desperdícios;
  • acaba com a necessidade de se manter arquivos físicos e espaços para a guarda de documentos;
  • elimina o deslocamento e contratação de mensageiros para a assinatura de documentos e contratos, assim como a necessidade e o custo de cópias autenticadas e reconhecimento de firmas.

Mais do que tudo isso, reduz a burocracia própria nos relacionamentos empresariais e públicos, a vida fica mais fácil e permite aos conglomerados a dedicação integral à atividade core.

Fonte: Inova.

 

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